Manifestação de quinta-feira – Rodô ao Congresso

Dessa vez a polícia do Arruda e Paulo Otávio não agrediu a resistência pacífica do povo de Brasília que ocupa as ruas exigindo o fim da impunidade, conseguimos caminhar no mesmo eixo monumental que na quarta-feira fomos espancados!


Fora Arruda, Paulo Otávio e Deputados e Deputadas Distritais.

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7 Respostas to “Manifestação de quinta-feira – Rodô ao Congresso”

  1. Ricardo Says:

    Ilustríssimo Governador Arruda,

    Em que pese a vossa enorme capacidade de trabalho demonstrada na administração do DF com a consecução das novas e necessárias obras e dos reparos dos erros, que de fato são inúmeros, deixados por seu antecessor, a forma da gestão aplicada, pela compra da consciência de seus pares que pelo andar da carruagem, não as tem, merece o nosso total e irrestrito repúdio e reprovação.

    Com toda certeza, o exemplo (ou perverso exemplo), está vindo de cima.

    Todavia, querer permanecer à frente do Cargo máximo da gestão da Capital do Brasil, registre-se, CAPITAL DO BRASIL, nessa altura dos acontecimentos é uma afronta à toda população brasileira, não só a Brasiliense, como um todo, e ao ordenamento jurídico vigente no País, em particular.

    Ao invés de retroceder no tempo, soltando, por adágio, a “cavalaria sobre os quase dizimados e maltratados índios”, reflita e procure cair de pé, levando consigo o mestre, do qual Vossa Excelência, assim como vários nomes da atual política Brasiliense, foi discípulo (não preciso nominar quem), extirpando, vez por todas, esse cancro existente em nossa sociedade. Talvez com esse ato, possa até permanecer na história como um marco positivo de nossa, por enquanto, REPUBLIQUETA DAS BANANAS.

    Minhas cordiais e honesta saudações.

  2. Marcos Borges Says:

    O POVO AO PODER
    poema de Castro Alves

    Quando nas praças s’eleva
    Do Povo a sublime voz…
    Um raio ilumina a treva
    O Cristo assombra o algoz…

    Que o gigante da calçada
    De pé sobre a barrica
    Desgrenhado, enorme, nu
    Em Roma é catão ou Mário,

    É Jesus sobre o Cálvario,
    É Garibaldi ou Kosshut.

    A praça! A praça é do povo
    Como o céu é do condor
    É o antro onde a liberdade
    Cria águias em seu calor!

    Senhor!… pois quereis a praça?
    Desgraçada a populaça
    Só tem a rua seu…
    Ninguém vos rouba os castelos

    Tendes palácios tão belos…
    Deixai a terra ao Anteu.

    Na tortura, na fogueira…
    Nas tocas da inquisição
    Chiava o ferro na carne
    Porém gritava a aflição.
    Pois bem…nest’hora poluta

    Nós bebemos a cicuta
    Sufocados no estertor;
    Deixai-nos soltar um grito
    Que topando no infinito

    Talvez desperte o Senhor.

    A palavra! Vós roubais-la
    Aos lábios da multidão
    Dizeis, senhores, à lava
    Que não rompa do vulcão.
    Mas qu’infâmia! Ai, velha Roma,
    Ai cidade de Vendoma,
    Ai mundos de cem heróis,
    Dizei, cidades de pedra,
    Onde a liberdade medra
    Do porvir aos arrebóis.

    Dizei, quando a voz dos Gracos
    Tapou a destra da lei?
    Onde a toga tribunícia
    Foi calcada aos pés do rei?
    Fala, soberba Inglaterra,
    Do sul ao teu pobre irmão;
    Dos teus tribunos que é feito?
    Tu guarda-os no largo peito
    Não no lodo da prisão.
    No entanto em sombras tremendas
    Descansa extinta a nação
    Fria e treda como o morto.
    E vós, que sentis-lhes os pulso
    Apenas tremer convulso
    Nas extremas contorções…
    Não deixais que o filho louco
    Grite “oh! Mãe, descansa um pouco
    Sobre os nossos corações”.

    Mas embalde… Que o direito
    Não é pasto de punhal.
    Nem a patas de cavalos
    Se faz um crime legal…
    Ah! Não há muitos setembros,
    Da plebe doem os membros
    No chicote do poder,
    E o momento é malfadado
    Quando o povo ensangüentado
    Diz: já não posso sofrer.

    Pois bem! Nós que caminhamos
    Do futuro para a luz,
    Nós que o Calvário escalamos
    Levando nos ombros a cruz,
    Que do presente no escuro
    Só temos fé no futuro,
    Como alvorada do bem,
    Como Laocoonte esmagado
    Morreremos coroado
    Erguendo os olhos além.

    Irmão da terra da América,
    Filhos do solo da cruz,
    Erguei as frontes altivas,
    Bebei torrentes de luz…
    Ai! Soberba populaça,
    Dos nossos velhos Catões,
    Lançai um protesto, ó povo,
    Protesto que o mundo novo
    Manda aos tronos e às nações.

  3. Ronan Says:

    Onde eu acho essa foto em tamanho maior?

  4. Ricardo Says:

    Esse blog está parecendo coisa do Roriz…e acho que estou certissimo.

    • Ricardo Says:

      Ultima Notícia de Brasília :

      Todos os Politicos de Brasília, segundo a notícia, juram, pela alma de Papai Noel, que não recebem propinas.

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Agora, falando sério.

      Prezado Governador Arruda,

      Em que pese a vossa enorme capacidade de trabalho demonstrada na administração do DF com a consecução das novas e necessárias obras e dos reparos dos erros, que de fato são inúmeros, deixados por seu antecessor, a forma da gestão aplicada, pela compra da consciência de seus pares, que pelo andar da carruagem, não as tem, merece, ao menos o meu, total e irrestrito repúdio.

      Com toda certeza, não se pode olvidar que o exemplo (ou perverso exemplo), veio de cima, todos se recordam da recente história do mensalão na cueca.

      Todavia, querer permanecer à frente do Cargo máximo da gestão da Capital do Brasil, registre-se, CAPITAL DO BRASIL, nessa altura dos acontecimentos é uma afronta à toda população brasileira, não só a Brasiliense, como um todo, e ao ordenamento jurídico vigente no País, em particular.

      Ao invés de retroceder no tempo, soltando, por adágio, a “cavalaria sobre os quase dizimados e maltratados índios”, reflita e procure cair de pé, levando consigo o mestre, do qual Vossa Excelência, assim como vários nomes da atual política Brasiliense, foram discípulos (não preciso nominar quem), extirpando, vez por todas, esse cancro existente em nossa sociedade. Talvez com esse ato, possa até permanecer na história como um marco positivo de nossa, por enquanto, reconhecida internacionalmente como REPUBLIQUETA DAS BANANAS.

      Minhas cordiais e honestas saudações.

  5. Javier Says:

    Político & Bandido
    Banda Avaaz. Rock brasiliense. Político & Bandido. Voz: Javier Martínez Guitarra: Luis Baixo: Jorginho Bateria: André Negão Edição de Javier Martínez com material de entrevista veiculada pelo Jornal da Band de 30/11/2009.

  6. Ortegal Says:

    Foi maravilhoso!
    Eu quero postar esse texto e essa foto no meu blog depois. Posso?

    Força!

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