As Lutas Seguem até as Vitórias – Agenda

Quinta (amanhã) 21/1:
– Oficinão no DCE UnB durante o dia todo – atividades para o Bloco de carnaval Fora Arruda
– Ato em frente à CLDF (Sessão da CPI da Pizza de Panetone começa às 14h)
Sexta 22/1:
– Ações diretas
– Oficinão no DCE UnB durante o dia todo [para a galera ir a hora que puder] – construção das paradas para o Bloco de carnaval Fora Arruda
– Concentração às 18h na Zumbi dos Palmares em frente ao CONIC / 18:30h Reunião no SINDMETRÔ – Moradia Ambiental para Moradores de Baixa Renda.
Sábado 23/1:
– Reunião de manhã em Taguatinga no Motirõ (corrigindo: Espaço Tempo Eco Arte, próximo ao Motirõ, no Mercado Sul de Taguá).
– Reunião 14h do Fora Arruda, concentração na Praça Zumbi dos Palmares (Conic)
Domingo 24/1:
– 14h Escracho na casa dos corruptos e corruptas, concentração na Praça Zumbi dos Palmares (Conic) e depois saída em carreata.
Ajude divulgando em todos os meios de comunicação que tiver acesso e venha para a luta!
E na próxima semana tem mais protestos contra o setor Noroeste-Faroeste como o ocorrido na última segunda-feira.
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3 Respostas to “As Lutas Seguem até as Vitórias – Agenda”

  1. sergio alexandr Says:

    hoje o covarde PLOCIAL MILITAR me acertou, mas nã tem problema. temos que continuar independente se apanharmos ou não. se for preciso vamos para o confronto. quando tiver alguma novidade me avisem por favor.

  2. Daniela Braga Says:

    Queridos amigos,
    Apesar das válidas tentativas para mudar os rumos da política brasileira, desafiando a corrupção e expondo suas atrocidades no Governo do DF, tenho sentido falta de uma organização mais engajada e consciente que, de fato, obtenha resultados efetivos, através da justiça e pressão coletiva, para punir aqueles responsáveis pelo mensalão, retira-los do poder e expor suas atividades, de modo que permaneçam vívidas na memória popular e jamais propiciem o retorno dos mesmos indivíduos a um cargo público. Para isto, acho que precisaríamos trabalhar mais ativamente com a informação e com nossas redes de relacionamento, divulgando e procurando brechas para construir situações mais estratégicas para alcançarmos estes resultados.
    Participei de uma das manifestações do “Fora Arruda” e meu pareceu muito vago o que poderia ser feito para ajudar neste processo, além de repassar e-mails, conversar sobre o assunto com os amigos e tentar comparecer a outras manifestações, as quais raramente ficava sabendo quando iriam acontecer, antes de me deparar com este site.
    Os discursos nas manifestações contra o governo Arruda, na minha opinião, também não tratam da profundidade do problema que enfrentamos, apelando para visões partidárias e discursos estereotipados que não correspondem a realidade política, social e cultural de nosso país. Sabemos que, infelizmente, a esquerda, talvez para sobreviver, acabou também se envolvendo com a mesma corrupção de seus opositores, perdendo-se nas engrenagens de um poder tão viciado. Precisamos de uma reação que não seja partidária, mas da sociedade civil em nome da defesa de sua cidadania e do direito de exigir que o fruto do trabalho coletivo, arrecadado sobre a forma de impostos, seja empregado de maneira justa e equânime, para abolir as diferenças sociais, garantir um desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida de absolutamente toda a população.
    Tenho me perguntado onde estão as organizações de base para impulsionarem tal atitude; qual o motivo dos professores de ciência política, direito, sociologia, etc. não estarem transformando esta situação em foco de discussão para que todos ajudem a procurar saídas e medidas de ação real contra a corrupção, que não está apenas na política, mas em muitas de nossas atitudes cotidianas. Por que não estamos realizando reuniões nas universidades, instituições, grupos de amigos, para nos informarmos melhor e pensarmos em como agir? Temos tantas armas ao nosso favor; a favor da verdade e da consciência que transcende a política e todas as fronteiras… Temos uma revolução tecnológica que faz a informação circular mais rapidamente do que nunca na história; a sincronicidade que nos põe em contato com tantos possíveis agentes de mudança, como um tio, um irmão, um cunhado, etc., em postos, colocações e situações que podem trazer informações ou agir em pró desta causa comum que afeta nossas vidas diretamente, se prestarmos bem atenção.
    E já não há mais tempo… o tempo é agora! A história não espera e precisamos agir quando ela oferece estas oportunidades tão poderosas, cujas conseqüências podem mudar os rumos de uma nação, cujo exemplo de justiça pode inspirar milhões a assumirem suas insatisfações e agirem contra a corrupção em todas as esferas da vida.
    Gostaria de convocar todos os revolucionários ou pessoas que nunca se viram como tal, a superarem esta dormência ativista, este estado de alienação alucinanado e se darem conta que a situação deste país, deste planeta, é resultado de nossa falta de ação e omissão. Parece que a corrupção não diz respeito ao cidadão comum quando alguns gatos pingados aparecem nas manifestações. Mas as áreas de preservação ambiental estão sendo ocupadas pela especulação imobiliária, privilegiando grupos minoritários já tão injustamente favorecidos; reservas indígenas não são respeitadas ferindo acordos internacionais e direitos humanos básicos, pessoas foram assassinadas impunemente e ordens judiciais não são cumpridas por empresas que não se sentem nem um pouco ameaçadas, por terem as costas protegidas por cúmplices ocupando cargos públicos significativos.
    Precisamos corajosamente nos conscientizar da ligação dessas realidades com todas as outras que nos tocam impiedosamente todos os dias e tornam nossas vidas tão estressantes, difíceis, depressivas e muitas vezes destituídas de sentido real. A violência urbana, desemprego, falta de moradia ou qualidade de vida, e tantos outros problemas são conseqüências da corrupção e da nossa volta de envolvimento com a realidade ao nosso redor. Vivemos em um país rico, com os maiores impostos do planeta e as piores condições de vida porque uma elite corrupta se beneficia da ignorância a alienação da maior parte da população. E se a coragem foi aclamada, é porque para sair deste estado de futilidade e egoísmo irracional em que estamos mergulhados, necessitamos das propriedades desta palavra, até que compreendamos que as mesmas relações que estabelecemos com nossos mesmos, traçamos também com todo o Universo em que estamos inseridos – e e´esta mesma coragem que nos falta para nos olharmos no espelho todos os dias e vermos quem realmente somos; esta mesma coragem nos falta para compreendermos a dependência entre todos os seres e fenômenos e agirmos conscientes disto. Por isto, ao trabalhar por melhores condições de vida, garantimos melhores condições para que nossas almas (e todas as outras que nos acompanham nesta mesma aventura humana) vivam uma existência única e valiosa.

    Que nos engajemos a partir de nossos mais sacrados dons, talentos e aspirações,

    Daniela Braga
    Movimento Descalço

  3. Daniela Braga Says:

    Queridos amigos,

    Apesar das válidas tentativas para mudar os rumos da política brasileira, desafiando a corrupção e expondo suas atrocidades no Governo do DF, tenho sentido falta de uma organização mais engajada e consciente que, de fato, obtenha resultados efetivos, através da justiça e pressão coletiva, para punir aqueles responsáveis pelo mensalão, retira-los do poder e expor suas atividades, de modo que permaneçam vívidas na memória popular e jamais propiciem o retorno dos mesmos indivíduos a um cargo público. Para isto, acho que precisaríamos trabalhar mais ativamente com a informação e com nossas redes de relacionamento, divulgando e procurando brechas para construir situações mais estratégicas para alcançarmos estes resultados.

    Participei de uma das manifestações do “Fora Arruda” e me pareceu muito vago o que poderia ser feito para ajudar neste processo, além de repassar e-mails, conversar sobre o assunto com os amigos e tentar comparecer a outras manifestações, as quais raramente ficava sabendo quando iriam acontecer, antes de me deparar com este site.

    Os discursos nas manifestações contra o governo Arruda, na minha opinião, também não tratam da profundidade do problema que enfrentamos, apelando para visões partidárias e discursos estereotipados que não correspondem a realidade política, social e cultural de nosso país. Sabemos que, infelizmente, a esquerda, talvez para sobreviver, acabou também se envolvendo com a mesma corrupção de seus opositores, perdendo-se nas engrenagens de um poder tão viciado. Precisamos de uma reação que não seja partidária, mas da sociedade civil em nome da defesa de sua cidadania e do direito de exigir que o fruto do trabalho coletivo, arrecadado sobre a forma de impostos, seja empregado de maneira justa e equânime, para abolir as diferenças sociais, garantir um desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida de absolutamente toda a população.

    Tenho me perguntado onde estão as organizações de base para impulsionarem tal atitude; qual o motivo dos professores de ciência política, direito, sociologia, etc. não estarem transformando esta situação em foco de discussão para que todos ajudem a procurar saídas e medidas de ação real contra a corrupção, que não está apenas na política, mas em muitas de nossas atitudes cotidianas. Por que não estamos realizando reuniões nas universidades, instituições, grupos de amigos, para nos informarmos melhor e pensarmos em como agir? Temos tantas armas ao nosso favor; a favor da verdade e da consciência que transcende a política e todas as fronteiras… Temos uma revolução tecnológica que faz a informação circular mais rapidamente do que nunca na história; a sincronicidade que nos põe em contato com tantos possíveis agentes de mudança, como um tio, um irmão, um cunhado, etc., em postos, colocações e situações que podem trazer informações ou agir em pró desta causa comum que afeta nossas vidas diretamente, se prestarmos bem atenção.

    E já não há mais tempo… o tempo é agora! A história não espera e precisamos agir quando ela oferece estas oportunidades tão poderosas, cujas conseqüências podem mudar os rumos de uma nação, cujo exemplo de justiça pode inspirar milhões a assumirem suas insatisfações e agirem contra a corrupção em todas as esferas da vida.

    Gostaria de convocar todos os revolucionários ou pessoas que nunca se viram como tal, a superarem esta dormência ativista, este estado de alienação alucinanado e se darem conta que a situação deste país, deste planeta, é resultado de nossa falta de ação e omissão. Parece que a corrupção não diz respeito ao cidadão comum quando alguns gatos pingados aparecem nas manifestações. Mas as áreas de preservação ambiental estão sendo ocupadas pela especulação imobiliária, privilegiando grupos minoritários já tão injustamente favorecidos; reservas indígenas não são respeitadas ferindo acordos internacionais e direitos humanos básicos, pessoas foram assassinadas impunemente e ordens judiciais não são cumpridas por empresas que não se sentem nem um pouco ameaçadas, por terem as costas protegidas por cúmplices ocupando cargos públicos significativos.

    Precisamos corajosamente nos conscientizar da ligação dessas realidades com todas as outras que nos tocam impiedosamente todos os dias e tornam nossas vidas tão estressantes, difíceis, depressivas e muitas vezes destituídas de sentido real. A violência urbana, desemprego, falta de moradia ou qualidade de vida, e tantos outros problemas são conseqüências da corrupção e da nossa volta de envolvimento com a realidade ao nosso redor. Vivemos em um país rico, com os maiores impostos do planeta e as piores condições de vida porque uma elite corrupta se beneficia da ignorância a alienação da maior parte da população. E se a coragem foi aclamada, é porque para sair deste estado de futilidade e egoísmo irracional em que estamos mergulhados, necessitamos das propriedades desta palavra, até que compreendamos que as mesmas relações que estabelecemos com nossos mesmos, traçamos também com todo o Universo em que estamos inseridos – e e´esta mesma coragem que nos falta para nos olharmos no espelho todos os dias e vermos quem realmente somos; esta mesma coragem nos falta para compreendermos a dependência entre todos os seres e fenômenos e agirmos conscientes disto. Por isto, ao trabalhar por melhores condições de vida, garantimos melhores condições para que nossas almas (e todas as outras que nos acompanham nesta mesma aventura humana) vivam uma existência única e valiosa.

    Que nos engajemos a partir de nossos mais sagrados dons, talentos e aspirações,

    Daniela Braga
    Movimento Descalço

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